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Vasinhos e varizes: devo tratar?

De acordo com as diretrizes da Sociedade Europeia de Cirurgia Vascular, vasinhos (telangiectasias) são pequenas dilatações de vasos superficiais, geralmente finos, avermelhados ou arroxeados, além disso, não apresentam risco clínico relevante. Porém, quando observamos as varizes, estamos falando de veias dilatadas e tortuosas de maior calibre, frequentemente associadas à insuficiência venosa crônica. Essas alterações podem gerar sintomas como peso nas pernas, dor, queimação e inchaço e, como resultado, evoluir para alterações de pele e até úlceras venosas em fases avançadas. Ou seja, enquanto os vasinhos têm impacto predominantemente estético, as varizes representam um problema funcional da circulação justamente pela diferença de calibre da veia. Portanto, identificar corretamente cada condição é essencial para definir o melhor tratamento. Assim, o paciente recebe uma abordagem precisa e baseada em evidências.

Qual o objetivo do tratamento dos vasinhos?

A Sociedade Brasileira e Europeia de Cirurgia Vascular orienta tratar varizes sempre que há sintomas, sinais de insuficiência venosa ou refluxo confirmado pelo ultrassom Doppler. Microvarizes e varizes menores podem ser resolvidas com escleroterapia ou microcirurgia estética em consultório; além disso, esses métodos oferecem recuperação rápida e excelentes resultados. Quando há refluxo de safena ou varizes mais avançadas, a abordagem deve ser moderna e precisa, por isso técnicas como laser endovenoso, radiofrequência, espuma guiada por ultrassom ou microcirurgia são recomendadas. Portanto, o objetivo principal é corrigir o refluxo venoso, aliviar sintomas e reduzir o nível de doença (por exemplo, do nível 4 → nível 1). Consequentemente, o paciente experimenta melhora funcional significativa e menor risco de evolução. Assim, garantimos o melhor resultado possível tanto do ponto de vista clínico quanto estético.

Quando tratar os vasinhos e varizes?

Qual o risco de piora das Varizes?

Quando tratar os vasinhos e varizes?

As varizes piorarem ao longo dos anos é significativo, pois a doença venosa crônica tem curso progressivo em muitos pacientes. Estudos longitudinais mostram que cerca de 20% a 32% dos pacientes com varizes (CEAP C2) evoluem para estágios mais avançados da doença venosa crônica, incluindo insuficiência venosa crônica (CVI), ao longo de 6 a 13 anos de acompanhamento. O risco de progressão é maior em pacientes com varizes safenas do que em varizes não safenas.

Como funciona o atendimento do Dr Italo Abreu

A consulta com o Dr. Ítalo Abreu, cirurgião vascular e endovascular, segue um modelo estruturado, ético e científico, com aproximadamente 1 hora de duração dividida em três etapas:

  1. Avaliação prévia e revisão da história clínica do paciente

  2. Estudo detalhado dos sintomas e exame físico completo

  3. Planejamento terapêutico personalizado, integrando evidências científicas, exame Doppler e objetivos individuais do paciente

Esse formato garante diagnóstico preciso, segurança e um tratamento totalmente individualizado.

Agendamentos: Aqui

Gloviczki P, et al. The care of patients with varicose veins and associated chronic venous diseases: Clinical practice guidelines of the Society for Vascular Surgery and the American Venous Forum. J Vasc Surg. 2011;53(5 Suppl):2S-48S. PMID: 21536172.

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